quarta-feira, 31 de outubro de 2012

6ª EDIÇÃO: BOAS CONVERSAS COM ILOIZA PEIXOTO



BOAS CONVERSAS COM ILOIZA MARIA PEIXOTO:ENTREVISTA SOBRE SEU SEGUNDO LIVRO.






Repórter: Professora depois de um ano, estamos  aqui para lhe perguntar sobre seu segundo livro. O que mudou do seu primeiro livro “brincando com palavras” para o seu segundo livro “Idades diversas para boas conversas”?

Professora: Bem a principio mudou a qualidade do acabamento do livro, foi utilizado papel couché, as ilustrações em preto e branco deixou o livro com mais nobreza, as poesias também foram mais longas. O primeiro livro era para crianças que estavam com dificuldades na aprendizagem, visando à ortografia. Já este segundo livro foi pensando das 3 fases da vida, infância, adolescência e a fase adulta.


Repórter: A experiência de já ter publicado um primeiro livro tornou a publicação deste segundo livro mais fácil?
Professora: Com certeza, pois com a experiência adquirida no primeiro livro, neste segundo consegui aprofundar um pouco mais. Desta forma o caminho foi mais fácil.


Repórter: A professora tem alguma ideia da quantidade de vendas do seu primeiro livro e o quanto espera desta segunda publicação?
Professora: Foi uma tiragem de 500 exemplares sendo vendido 370 livros. Já o segundo também está saindo bem, ele foi divulgado agora na 22ª Bienal do Livro em São Paulo, mas como a Editora só repassa esta informação de 3 em 3 meses eu ainda não tenho os números exatos, mas estou vendando também particularmente, e está vendagem está ocorrendo bem, além disto continua a  venda do primeiro livro junto com o segundo livro.
  


Repórter: Em sua  opinião qual dois dos livros você recomendaria para as crianças?
Professora: Os dois são muito bons, cada um ao seu estilo. O primeiro foi enfatizado a ortografia, já o segundo é rico porque atinge as 3 fases da vida, sendo este o prazer pela leitura.


Repórter: Sabemos que  a professora ministra aulas para crianças de 1ª a 4ª série, já pensou em escrever histórias infantis, ou pretende trilhar o caminho da poesia?
Professora: Eu gostei muito de poesia, mas já estou fazendo outro de História Infantil o título é “O galo do vovô”. Então vai ser um livro de história infantil, mas provavelmente depois eu retorno para as poesias.

Repórter: Alguma palavra final?
Professora: Gostaria de salientar que na compra de um livro, se olha a capa, o título, como de costume, mas também é muito importante se olhar a contracapa de um livro, porque a ela vai retratar de uma maneira geral o que o livro traz. E continuem lendo...


  
REPÓRTER: KARINA 4ªA ; EMERSON 4ªA ; LILITH 4ªA

6ª EDIÇÃO: ILUSTRANDO UMA HISTÓRIA


Entrevista realizada com Sra. Carla Aparecida de Almeida Bortoli, que trabalha na Secretaria da EMEF Prof. Primo Páscoli Melaré, e que realizou a ilustração do livro “Idades Diversas para Boas Conversas” da Professora Iloiza Maria Peixoto.

Repórter: Há quanto tempo você faz ilustrações e como começou a fazer este trabalho?
Carla: Este foi o meu primeiro trabalho, eu nunca havia antes feito ilustrações.


Repórter: Existe alguma técnica para se fazer ilustrações?
Carla: Técnica exatamente não, eu sou formada em artes plásticas o que por sua  vez  ajuda, mas eu acredito que qualquer pessoa que tenha habilidade para desenho, possa ser ilustrador. Só tem que saber interpretar os textos e tentar adaptar a ideia do que o autor quis dizer, para que fique um desenho equivalente ao texto.


Repórter: Você pretende continuar a investir como ilustradora?
Carla: Eu pretendo, gostei muito de fazer este trabalho e pretendo continuar com outros.

Repórter: Como foi para você ilustrar o livro da Professora Iloisa?
Carla:  Foi muito gratificante, pois foi uma coisa que eu sempre quis fazer desde que eu terminei a faculdade e trabalhar com a professora Iloisa foi muito bom porque eu gosto muito das poesias dela, portanto foi uma realização que eu consegui alcançar.

  REPÓRTER: JORGE 4ªA ; EVELLYN 4ªA ; MARIA FERNANDA 4ªA

6ª EDIÇÃO: ESPAÇO ALUNO

ESPAÇO DESTINADO A CRIATIVIDADE DOS ALUNOS. NESTA EDIÇÃO TEMOS A MÚSICA ESCRITA PELO ALUNO GABRIEL LUIZ DA 6ªC



Música: Gabriel Luiz “Ex Bom Garoto”
Se é pra chegar e roubar a cena
Isto nós “sabe” muito bem
De Camaro ou de Sonato de RR 1100
“Nós” bota” um mizuno 13 e também um puma disk
Bombeta da Ed Hard a blusa da Brooksfield
Relógio diamantado meu aparelho é de ouro
Estava escrito no cordão
Gabriel ex bom garoto

6ª EDIÇÃO: PROJETO AMPLIAR




O Decreto nº 52.342, de 26/05/11, que institui o Programa Ampliar nas Unidades Educacionais da Rede Municipal de Ensino, tem por objetivo ampliar, gradativamente, o tempo de permanência dos alunos nas escolas por meio de ações de caráter educacional que promovam a melhoria e o desenvolvimento das aprendizagens.
Na EMEF Prof. Primo Páscoli Melaré, atualmente desenvolve-se 3 projetos.
Um dos projetos desenvolvidos é do Professor Vitor Eduardo Moreira que realiza uma oficina de vôlei.
Hoje este projeto conta com duas equipes masculinas e duas femininas em torno de 15 a 20 alunos em cada equipe.
O tempo de duração com estes alunos é de 1 ano, mas o professor pretende estender pelos próximos anos.
O objetivo deste projeto de vôlei é formar alunos competentes em suas atividades motoras, além de apreender uma modalidade esportiva e de se trabalhar em equipe. Este projeto  visa  ainda formar equipes para se disputar as Olimpíadas Escolares.


O segundo projeto está sendo desenvolvido pelo professor Juvenal Araújo Carneiro, onde
 Nossa reportagem apurou que o projeto chama-se “Clube da Matemática” possui duas turmas divididas com vinte alunos, cujo objetivo é ajudar os alunos a acompanharem melhor a matéria lecionada pelo professor em  sala de aula.


Outro professor que participa do Projeto Ampliar é o professor de Artes Rafael Rip.

Repórter: Professor oque visa o Projeto Ampliar?
Professor: Visa enriquecer o repertório do aluno na escola, só que de uma maneira mais agradável, no meu caso estudando música, mas também tem teoria, muita matéria muito conteúdo, exercícios para fazer e ao mesmo tempo é divertido.

Repórter: Qual o Projeto desenvolvido pelo professor?
Professor: O Projeto é de iniciação em “Flauta Doce”. Então o aluno recebe uma flauta, ele aprende como segurar, como ela funciona, quais são os pedaços da flauta, as notas musicais, como funcionada uma partitura, vai aprendendo de inicio com músicas mais fáceis, depois vai aumentando a dificuldade.

Repórter: Por que só alguns alunos estão participando deste Projeto?
Professor: Porque é o primeiro ano que estamos implantando este Projeto na Escola, então vamos ver se os alunos se interessam pelo projeto, e se tudo der certo, tiver uma adesão maior, ampliaremos o projeto.

Repórter: Como surgiu a ideia de se fazer o Projeto?
Professor: Surgiu na própria escola a oportunidade com o “Ampliar” assim resolvi desenvolver o ensino de flauta, uma vez que eu já toco e a vontade de ensinar os alunos também a aprenderem tocar.

Repórter: E hoje este projeto está com quantos alunos?
Professor: Hoje este projeto conta com 11 alunos, mas são 11 alunos que estão se dedicando, pois estudar música precisa de uma grande dedicação.

Repórter: Qual o objetivo e o tempo de duração?
Professor: São duas aulas na semana de uma hora e meia, e está previsto seis meses de curso, e o objetivo é que os alunos ao final gostem do instrumento, passem a usá-lo em suas casas, tocando outra música, como um objeto de diversão, ou mesmo se enveredar para o mundo da música, e uma apresentação para toda a escola.




REPÓRTER: JULIA 4ªD; GUILHERME 4ªD; ANA CAROLINA 4ªD.
REPÓRTER: LUANA 4ªB; LARISSA 4ªB, PEDRO 4ªD.
REPÓRTER: KARINA 4ªA; EMERSON 4ªA, LILITH 4ªA.




6ª EDIÇÃO: ESPAÇO PROFESSOR


Entrevista realizada pela Imprensa Jovem, com a professora Izabel Bertini da área de Geografia.




REPÓRTER: Por que a senhora resolveu se tornar professora?

Professora: Eu gostei bastante da minha época de criança, onde a educação era bastante valorizada, e eu sempre tive vontade de me tornar professora. Desde criança eu brincava com minhas bonecas, espalhava meus cadernos, gostava de brincar de ser professora, escrevendo inclusive na porta do meu armário com giz, levando muita bronca da minha mãe, mas foi assim, um encanto pela profissão desde criança. Achei que tinha habilidade para ensinar e gostei bastante, já são quase 30 anos que estou na educação, gostando bastante de atuar nesta área.

REPÓRTER: Seus pais lhe apoiaram na sua escolha?
Professora: Com certeza, na época em que eu estava escolhendo a profissão, meus pais me apoiaram sim, me deixando à-vontade para escolher a minha profissão. Inclusive meu pai pagava a minha faculdade, portanto tive muito incentivo sim.

REPÓRTER: Como seu deu a aproximação com a Geografia?
Professora: O homem é um ser magnifico, ele tem o poder de transformar, então através da razão, da cultura, o homem transforma o espaço geográfico. Então eu acho muito lindo está transformação, o poder de o homem transformar o espaço, deixando ele mais próprio para o ser humano viver, criando , construindo estradas, ruas, escolas, ou seja, é encantador a arquitetura moderna, as diferenças culturais, onde cada povo tem um tipo de cultura, uma riqueza que a própria natureza lhes deu e outros vão atrás desta riqueza. Então o mundo que vivemos ela é amplo, diversas culturas, diversas formações e isto é muito encantador dentro da geografia. E toda está beleza me atraiu para a área de geografia.

REPÓRTER: Recentemente saiu uma estatística que em 32% das escolas estaduais de São Paulo, falta professores de geografia. Em sua opinião oque pode estar acontecendo?
Professora: Quando eu me formei está estatística que você esta colocando era muito semelhante, então já havia uma falta de professores de geografia no mercado. Eu acredito que na área de educação está  se buscando outras disciplinas como educação física, matemática, inglês. Pose ser uma situação de momento e eu acho que este quadro ainda possa ser revertido.

REPÓRTER: Como a professora vê o futuro da educação básica no Brasil?
Professora: Muito preocupante, hoje educar é muito difícil, os valores da sociedade se modificaram bastante, tornando a educação um problema grave e sério. Temos um governo que investe na educação fornecendo uniforme, material, mas infelizmente a educação de uma maneira geral não é valorizada pelos nossos alunos, nem pelos pais dos nossos alunos e pela sociedade de uma maneira geral. E todas as modificações feitas ao longo destes últimos anos, acabaram não trazendo benefícios, pelo contrário dia a dia vemos os problemas se acumulando em sala de aula, e fica aqui uma grande dúvida. Onde vamos chegar? Porque da forma que a educação caminha ela estará muito mais deficitária do que está hoje.

Repórter: Maria Fernanda 4ªc, Jorge 4ªa, Evelyn 4ªa

6ª EDIÇÃO: O DESCANSO DA GUERREIRA






Em entrevista  concedida a Imprensa Jovem da EMEF Primo Pascoli Melaré, a Agente Escolar Marli nos contou que já está há oito anos em nossa escola, exercendo a sua função de Agente Escolar, auxiliando a movimentação dos alunos no recinto da escola e em suas imediações, contribuindo também para a integração escola-comunidade, dá suporte também a outras atividades desenvolvidas na escola.
Ela nos contou que adora a convivência com os alunos, que no seu entender é muito gratificante. Inclusive a Marli já está ficando triste, porque está próxima de se aposentar e com muito pesar não cuidará mais dos alunos.


REPÓRTER : Larissa 4ªB  e Luana 4ªB  FILMAGEM: Pedro Henrique 4ªD



6ª EDIÇÃO


REPÓRTERES:

ANA CAROLINA MARTINS 4ªD
EMERSON DA SILVA SOARES 4ªA
EVELLYN HOSPODARSKY 4ªA
GUILHERME SOUZA BRITO 4ªD
JORGE CALIXTO DA COSTA 4ªA
JULIA VITORIA PIMENTEL DA SILVA 4ªD
KARINA SAYURI ALVES FAYASHO 4ªA
LARISSA IRENE PEREIRA DOS SANTOS 4ªB
LILITH HOYTE PATRICIO 4ªA
LUANA PEREIRA DA SILVA  4ªB
MARIA FERNANDA PEREIRA 4ªC
PEDRO HENRIQUE BARROS DE OLIVEIRA 4ªD


BLOG

MARCELO GOMES BENTO
ROSELI MARCILIO 

ORIENTADORES 
MARCELO GOMES BENTO
ROSELI MARCILIO

REVISORA

CIDA AP DE OLIVEIRA PAULA

segunda-feira, 21 de maio de 2012

5ª EDIÇÃO: PROFESSOR PRIMO




Entrevista com a professora Claudete de Siqueira Professora de Educação Infantil e Ens.Fund I, em nossa escola.

REPÓRTER: Fale um pouco sobre você, onde nasceu, onde se formou e há quanto tempo trabalha nesta escola?
Professora Claudete: Eu nasci em São Paulo em uma família muito humilde com pais praticamente analfabetos, sempre tive muito interesse em alfabetizar, inclusive ajudei a minha mãe a aprender as primeiras letras, aprendi um pouco com minhas irmãs que eram mais velhas, sempre tive fascínio pela arte de educar de ensinar, além de amar oque faço, aos 7 anos já tinha vontade de ser professora e trabalhei para isto, estudei sempre em escola pública e estou no Primo Páscoli a 10 anos.
REPÓRTER: Onde você se formou?
Professora Claudete: Eu fiz magistério em uma escola pública na Casa Verde chamada Padre Manoel da Nóbrega e depois eu me formei em Pedagogia.
REPÓRTER: Como tem sido sua experiência como professora?
Professora Claudete: Ela tem sido muito gratificante por um aspecto, mas frustrante por outro, pois você trabalha com uma população que tem interesse, vontade em melhorar, mas você também encontra outras famílias que não tem um mínimo interesse que seus filhos melhorem, não tem expectativa de vida para eles, ou seja, acham como eles não tiveram escolaridade seus filhos estão fadados ao mesmo destino.Trabalhamos com uma classe contraditória e antagônica muito diferenciada não economicamente falando, mas pais que não assumiram a paternidade dos seus filhos no sentido de cuidar, de saber se está doente, oque precisa levar para a escola, oque é a instituição escola, acha que a escola é um depósito de criança. A criança deve vir para a escola com a educação do berço e aqui estamos para dar a instrução das letras.
REPÓRTER: É possível uma criança sair da educação infantil sem saber ler e escrever? Professora Claudete: É possível sim, pois como falei anteriormente falta muito empenho. Empenho das famílias, empenho das autoridades, pois muitas vezes deixam a sala sobrecarregada em torno de 35 alunos e muitos desses alunos chegam com dificuldades onde precisaria de uma assistente social, psicólogo, tratamento médico, odontológico, assistência familiar e não há isto na própria unidade escolar.
REPÓRTER: Como você vê a educação em um futuro próximo?
Professora Claudete: Na minha visão não é otimista, os governantes precisam tratar a escola com responsabilidade, não apenas achando que somos números, visando apenas assim o aluno que é calculado pela folha que pagam aos professores, cada aluno que reprova ela vai ser ruim para a educação. Muitas vezes você precisa fazer o mesmo percurso, precisa reprovar, precisa voltar aquele caminho para você aprender.


REPÓRTER: ANA CAROLINA 4ªD, JULIA 4ªD, KARINA 4ªA

5ª EDIÇÃO: ESPAÇO PROFESSOR



Repórter: Maria Fernanda 4ªC; Jorge 4ªA; Larissa 4ªB.


Entrevista com a Professora Iloiza Maria Peixoto, sobre o Projeto Santo Dumont.
 
Repórter: O que é o Projeto Santos Dumont?
 
Iloiza: O Projeto Santos Dumont nada mais é do que apresentar aos educandos que a invenção e a descoberta trouxe grande desenvolvimento para a humanidade, e o que este invento possibilitou ao ser humano.
 
Repórter: Como surgiu a ideia do Projeto?
 
Iloiza: A ideia não foi minha, pois o livro didático “Infância Feliz”, apresenta o tema Invenções, e eu apenas trabalhei de forma prazerosa oque o livro apresentou. Foi muito significativo, pois é retratado o inventor brasileiro Santos-Dumont em forma de história em quadrinhos, leitura de imagem, selos dos correios, além de produção de textos e poemas. Desta forma
Exploramos muito a oralidade a escrita e recursos verbais e não verbais.
 
Repórter: Quem está participando do Projeto?
Iloiza: Todos os alunos do 5ªano B participaram do projeto de modo geral. Mas no produto final de alguns alunos em especial foram os protagonistas, como: Felipe, Yasmim, João Victor, Vanessa, Karine, Thainara, Matheus Jesus, Naiara e Rute. Além é claro dos professores (as) Elanhine, Solange, Dionizio e a Coordenadora Silvia.
 
Repórter: Qual é o objetivo que se espera?
Iloíza: Que os alunos possam ampliar e aprofundar os conhecimentos obtidos, como saber relacionar, comparar, identificar, respeitar e valorizar o invento.
   Além disse integrar ao tema transversal “ética”, reconhecimento dos talentos, capacidades, conhecimento, das possibilidades e limites pessoais e alheios, como também incentivo ao aluno a criar, inventar, desafiar, refletir, ousar de forma positiva em prol de si mesmo e para a sociedade.
   “O aluno aprende pela própria ação e reflexão, recria ou constrói conhecimento”. 


5ª EDIÇÃO: ESPAÇO PROFESSOR





   Em consonância com o programa de Educação Ambiental para a Rede Municipal de São Paulo e nos termos dos parâmetros curriculares nacionais e segunda as diretrizes definidas pela Lei Federal 9.795/1999, que estabelece a política nacional de educação ambiental, a fim de contribuir para a formação da consciência ambiental do indivíduo, a Professora Josenilda “Josi” Alves da Silva trabalhou com os alunos da 7ªC, a construção de um terráreo, o qua objetivava a construção de um microambiente em equilíbrio e que funcionasse de forma autossustentável, onde fosse  possível observar a interação entre plantas e animais, além dos ciclos da água e do carbono, ou seja, da  germinação das plantas.
   Para este trabalho os alunos utilizaram garrafas PET, areia, terra vegetal com adubo, cascalho, carvão vegetal, pequenas plantas que gostam de água além de pequenos animais como formigas e minhocas.


5ª EDIÇÃO: ESPAÇO ALUNO

 


MEU CORPO É SEMPRE...

MEU CORPO É SEMPRE... DO MESMO TAMANHO!

MINHA ALTMA É QUE CARREGA

O OFÍCIO DE ENGORDAR AS SOMBRAS

E DE ESTICAR OS MEMBROS POSTIÇOS

QUE AO CORPO, VÃO SE JUNTANDO

SEM QUE A SOMBRA NO CHÃO

NOTE A DESPROPORÇÃO


POEMA DE AUTORIA DE VITÓRIA RODRIGUES.

5ª EDIÇÃO: ESPORTE






Os alunos do 9ª ano do período da manhã tiveram a oportunidade de conhecer o Clube Espéria localizado na Zona Norte de São Paulo, com o objetivo de conhecer os locais de práticas esportivas e as instalações dos esportes olímpicos desenvolvidos no clube, principalmente nas modalidades de futebol, tênis, atletismo, basquete, natação e voleibol.
Os alunos puderam usufruir dos vários espaços destinados à prática esportiva, sendo acompanhados pelos professores Evandro Fabricio, Vitor Eduardo e Rafael Rip.


5ª EDIÇÃO


REPÓRTERES:

ANA CAROLINA MARTINS 4ªD
EMERSON DA SILVA SOARES 4ªA
EVELLYN HOSPODARSKY 4ªA
GUILHERME SOUZA BRITO 4ªD
JORGE CALIXTO DA COSTA 4ªA
JULIA VITORIA PIMENTEL DA SILVA 4ªD
KARINA SAYURI ALVES FAYASHO 4ªA
LARISSA IRENE PEREIRA DOS SANTOS 4ªB
LILITH HOYTE PATRICIO 4ªA
LUANA PEREIRA DA SILVA  4ªB
MARIA FERNANDA PEREIRA 4ªC


BLOG

MARCELO GOMES BENTO
ROSELI MARCILIO 

ORIENTADORES 
MARCELO GOMES BENTO
ROSELI MARCILIO

REVISORA

CIDA AP DE OLIVEIRA PAULA

domingo, 27 de novembro de 2011

4º EDIÇÃO - UM BALANÇO DO ANO











Entrevista com o Diretor Roselei Júlio “Duarte”,

Repórter: Como surgiu a ideia de se fazer uma brinquedoteca e oque se espera?
Diretor Duarte: Como eu fui diretor de EMEI, e lá existe a brinquedoteca, e hoje os alunos entram cada vez mais cedo nas EMEF, então surgiu a ideia de uma continuidade da brinquedoteca, para estes alunos que hoje saem da EMEI e vem para a nossa escola. Hoje os alunos só querem brincar no computador, e está se perdendo a ideia de brincar manualmente, e desta forma os alunos estão se tornando “velhos” rapidamente, eles não querem se sentir crianças, estão pulando rapidamente uma fase da vida.

Repórter: Você acredita que a Sala da brinquedoteca está sendo bem usada?
Diretor Duarte: Sim apesar de ser este o primeiro ano, estamos ainda em uma fase de experiência, as professoras estão se organizando, estamos disponibilizando cada vez mais brinquedos, então acredito que ano que vem será melhor ainda e as professoras vão estar bem mais preparadas do que elas já são.

Repórter: E quanto ao “parquinho infantil” quando e como surgiu a ideia de se construir e com qual finalidade?
Diretor Duarte: Foi com a mesma finalidade da brinquedoteca, como tem uma EMEI ao lado da nossa escola, e lá tem o parquinho, eu percebia como as crianças eram felizes brincando no parquinho e aqui na escola não tinha tantas opções para as nossas crianças brincarem, e como existia um espaço vazio, levantamos o muro e colocamos o brinquedo.  Da mesma forma a intenção do “parquinho” é para os alunos voltarem a brincar, pois hoje com os computadores, internet, eles estão esquecendo o que é brincar e isto é importante para o desenvolvimento das crianças. E a tendência para o ano de 2012 é aumentar o número de brinquedos no parque.

Repórter: Como foi a aprovação junto ao Conselho da Escola ou não houve necessidade?
Diretor Duarte: Houve sim necessidade tanto do Conselho de Escola quanto da APM (Associação de Pais e Mestres), todo o dinheiro foi repassado via APM e Conselho de Escola, teve a autorização e vamos continuar a ouvir tanto o Conselho de Escola e principalmente as professoras sobre a necessidade de se colocar mais brinquedos. Inclusive teve uma mãe de aluno que desde o ano passado sugeriu a criação do “parquinho”, inclusive ela ajudou muito.

Repórter: Quais os outros projetos realizados este ano e se existe mais algum previsto?
Diretor Duarte: Além da brinquedoteca e do parquinho, este ano criou uma sala muito importante que foi a de SAAI (Sala de Apoio e Acompanhamento à Inclusão) que atende a alunos com necessidades educacionais, estamos fazendo a acessibilidade das escadas além de novos bebedouros com acesso a cadeirantes, além disto, estamos trabalhando para deixar a escola toda com acessibilidade. Já para o ano que vem, vamos pinta a quadra, pintar toda a escola para deixar um ambiente agradável e ainda este ano vamos recuperar todos os ventiladores. Inclusive eu gostaria de dizer que o dinheiro gasto com a recuperação dos ventiladores que não maioria das vezes são estragados pelos próprios alunos, poderia ser investido em outros benefícios para a própria escola. Finalizando são estes os quatros objetivos para o ano de 2012: pintura da quadra, pintura de toda a escola, ampliação com a compra de brinquedos para a brinquedoteca como para o parquinho.






Repórter: Julia Vitoria 3ºD ; Evellyn 3ºD ; Emerson 3ºD

PRIMO TEM HISTÓRIA

Inaugurado o novo prédio no ano de 2000, o nome da escola é em homenagem ao Prof. Primo Páscoli Melaré que foi diretor do Colégio Rio Branco entre os anos de 1989 à 2000 quando faleceu. Primo Páscoli nasceu em 16/05/1929, em Tietê (SP), formado pela USP em Letras Clássicas e em Ciências Jurídicas e Sociais (Direito), diplomou-se também em Pedagogia com especialização em Administração Escolar pela Faculdade de Educação Campos Salles. Foi advogado e fez carreira como professor de Letras e depois como diretor no Colégio Rio Branco, além de membro do Conselho Municipal de Educação.
RADIO PRIMO SHOW EM 2008
ASSISTENTE DE PRODUÇÃO: Pryscila Lima Cavalcanti,
               CHEFE DE REDAÇÃO:   ROSELI MARCIOLIO , RESPONSÁVEL VÍDIO: VINICIUS, RESPONSÁVEL ÁUDIO: BIANCA, RESPONSÁVEL FOTO: RAIANE, RESPONSÁVEL DESENHO: NATALY 


A equipe de reportagem entrevistou a Prof.ª Roseli Marcilio que era chefe de redação na época.


Repórter: Professora quando surgiu a Radio Primo Show?
Prof.ª Roseli: A Rádio Primo Show nasceu no ano de 2008

Repórter: Como se desenvolveu a Radio?
Prof.ª Roseli: Foi uma necessidades dos alunos, eles pediram,  tínhamos feito o curso “Implementando uma Rádio Escolar”, e ai resolvemos instalar a rádio. Houve votação para escolher o nome da rádio, os alunos escolhiam as músicas, selecionamos os monitores, e rádio funcionava nos intervalos.

Repórter: Como era fazer parte da equipe? Sente saudades?
Prof.ª Roseli: Sinto saudades, mas era bem tumultuado, pois além das aulas de informática, eu tinha que acompanhar os monitores, colocar meu olhar de professora, para ver que música eles estavam escolhendo, um gostavam de uma, outros alunos de outras, portanto era trabalhoso, mas gratificante também.

Repórter: Em sua opinião porque a rádio terminou e se existe algum possiblidade de a rádio voltar a operar? 
Prof.ª Roseli: Bem por alguns problemas, o principal deles é o problema de acústica da escola, porque quando dava o intervalo dos alunos de fundamental 1, os outros alunos de fundamental 2, ainda estavam em aula, e o som começou a atrapalhar as aulas dos professores. Desta forma ocorreu uma votação que realmente o som da rádio atrapalhava as aulas, e desta forma encerramos o funcionamento da mesma.
   A rádio era bacana, pois tinha os informes do que acontecia na escola, tinha também informação da forma de se prevenir a dengue, como também a gripe-suína, que naquela época afetava as pessoas.
   Agora em relação à rádio voltar a existir, eu espero que sim, mas para que isto aconteça à escola precisa melhorar sua acústica.



REPORTAGEM: GUILHERME 3ºC ; MARIA FERNANDA 3º C ; FILMAGEM: PEDRO HEN. 3ºA

                                                 

                                                                                                                                                       

                                                                                                                                                                       

PRIMO TEM HISTÓRIA


A partir da esquerda o vice-diretor da escola prof. Primo Páscoli Melare, prof. Davi Caruso; a assistente pedagógica do Colégio Rio Branco, profª. Vilma Rocha e a diretora assistente, profª Maria Olívia



O Projeto Viver tem como finalidade de promover a convivência em grupo e integração social de crianças de uma mesma faixa etária, colocando-as em contato com outros ambientes. Acontece duas vezes ano – uma na EMEF Prof. Primo Páscoli Melaré e outra no Colégio Rio Branco, de forma interdisciplinar, de modo a enriquecer os alunos em conhecimento e experiências.
Em entrevista ao nosso jornal o vice-diretor Davi Caruso, falou um pouco mais sobre o projeto.

REPÓRTER: Desde que ano existe o Projeto?
Vice-Diretor: O Projeto viver existe já há bastante tempo desde 2002.
REPÓRTER: Qual é a importância deste projeto para os alunos do Primo Páscoli?
Vice-Diretor: A principal importância é a integração destes alunos. Quando nossos alunos vão visitar o Colégio Rio Branco eles conhecem novas tecnologias e quando os alunos do Colégio Rio Branco vem visitar a nossa escola eles se interessam em saber como é um Escola Pública. Portanto tantos os alunos da nossa escola como do Colégio Rio Branco gostam muito deste intercambio.
REPÓRTER: O PROJETO AINDA CONTINUA OU ACABOU E POR QUAL MOTIVO?
Vice-Diretor: Este ano como no ano passado não teve a troca de visitas entre as escolas, eu acredito que o motivo foi à troca de direção no Colégio Rio Branco, pois nós da EMEF Primo Páscoli estamos sempre dispostos a dar continuidade ao projeto.

Reportagem: Jorge 3ºB, Larissa 3ºB, Luana 3ºB